terça-feira, 14 de agosto de 2012

PORQUÊ SOU CANDIDATO A VEREADOR EM CABREÚVA

POR QUÊ SOU CANDIDATO ? Porquê uma pessoa na sua Maior idade, depois de já vasta experiência de vida resolve por vez primeira e, só agora, ser candidato à vereança de Cabreúva? Porquê verdadeiramente sou candidato, nas próximas eleições, a Vereador do Município de Cabreúva pelo P.V., do qual fui um dos pouquíssimos fundadores? Que motivação terá levado este cidadão, já com idade suficiente para descansar, ou ficar quieto, a enfrentar a incógnita das urnas, que, de certa forma, sutil, sub-repticiamente, ou não necessariamente, dependendo das circunstâncias sociológicas, representa submeter-se a um julgamento público-político, das condições físicas, técnicas, culturais, intelectuais, curriculares, psíquicas e morais, que eventualmente tenha o candidato, para confrontar desafios de tal magnitude, como são os de legislar, trabalhar, lutar honesta e lealmente, em proveito do município e de sua população. Desafios demandantes, importantes, mas do ponto de vista íntimo, particular, egocêntrico, nem sempre estimulantes em primeiro lugar, justos, magnânimos, nem encorajadores, nem tampouco gratificantes, quando assumidos com a propriedade, identidade, idoneidade e a honestidade requerida. Poderia simplesmente responder honradamente: Sou candidato para contribuir para o “BEM COMUM” de Cabreúva, com a experiência adquirida, lucidez, vigor, fôrça e consciência de responsabilidade, permitidas por Deus. E teria sido breve embora sumamente verdadeiro ! Entretanto, o porquê das coisas, nem sempre tem explicação simples, objetivamente racional, como nos possa parecer de imediato. Porquê não explorar na subjetividade, alguma possível e subtil explicação, mais adequada ao espírito curioso investigador? Porquê não admitir em postulados de transcendência psíquica e espiritual, ou mesmo intelectual, a inspiração para o cumprimento de um dever cívico cidadão, a cumprir ainda na prática política, não importa a idade, depois de ter já percorrido importante e significativa etapa da experiente estrada preciosa da vida, cumprindo rigorosamente deveres e responsabilidades éticas, racionais, práticas, objetivas e certamente lícitas, formando mentes probas e consciências, como professor e, edificando uma família honesta, honrada, preparada, independente e responsável perante a sociedade e ante si mesma, a perfeita e conspícua consciência, cumprindo honesta e exemplarmente com seus deveres cívicos, as devidas obrigações, que a todo cidadão consciente corresponde, na parcela de suas possibilidades, convicções, formação, vocação, sentido de liberdade, dignidade, equilibrada consciência política e humana. Em suma: usufruindo de plenitude possível, agradecidos pela vida e retribuindo-a com esforço e entendimento construtivo, transmitindo e vivendo a integração de espírito e ação no exercício e respeito ao bem comum, ao bem de todos. Que mais falta fazer? Talvez falte agregar, a toda a gama da minha experiência adquirida, na área educacional, na prudência responsável da vida comercial, administrativa, institucional, local e internacionalmente, na dedicação cultural às facetas essenciais à vida humana, autêntica e honestamente vividas, à perscrutação na história evolutiva, seja ela material, racional, psíquica, ou espiritual, as condições que a compenetração cidadã exige, ao exercitar-se o sentido crítico positivo e criativo: sobretudo a responsabilidade, participação e contribuição do cidadão comum, como elo fundamental da articulação e prática política, através dos instrumentos e sistemas constitucionais vigentes: A Carta Magna! Por ela nos conscientizamos “ser do povo de onde emana o PODER” e, é precisamente assim, através do voto, que o poder do povo escolhe responsavelmente seus representantes. Sem jamais esquecer ou dispensar, gratamente e em primeiro lugar, a transcendente inspiração Divina, nem Seus superiores e sacros símbolos, desígnios de Bondade , paz pessoal, universal e, luz, Justiça, Justiça igualitária, social, geral e irrestrita, para que se alcance afinal a verdadeira igualdade de oportunidades e a fraternidade humana, a irmandade universal, tão propalada e ansiada na fé cristã, como nos postulados políticos da democracia republicana. Para especializar-se em trabalhar com eficiência e denodo na construção e alcance dessa visão democrática da Redenção e Justiça Social, são eleitos os Representantes do Povo, ao seu vocacionado Serviço e da Nação, como um todo. Lídimos Servidores públicos dedicados e nunca senhores soberanos de interesses pessoais escusos ou misteriosamente particulares ou privados. Servidores da Nação e do povo, são todos os políticos, em qualquer escalão, sem qualquer exceção, pois são eleitos, especificamente escolhidos pela vontade popular individual através do sistema democrático-republicano do voto secreto, para SERVIR REPRESENTATIVAMENTE, SERVIR no Legislativo, SERVIR no Executivo, e escolher conspícua e sabiamente o 3º poder: o Judiciário. Talvez aí resida parte da explicação e a curiosidade pela minha proba aceitação consciente, madura, aberta ao desafio político, de participar generosa e democraticamente, desta contenda aliciante: o desejo de emprestar a minha já longa e acurada experiência pessoal, professional, empresarial e cultural, à tentativa de contribuir civicamente à melhoria das condições vivenciais e humanas de nossa sociedade e Município. Cidadão cabreuvano, por reconhecimento solene da Câmara Municipal de Cabreúva, morador no Caí, há já 25 anos, ao sopé da Serra do Japi, “Patrimônio da humanidade”, respirando o melhor ar do planeta, não me faltam felizmente energia, determinação e vontade, para que assim aconteça. Sou um daquele pequeno grupo, que fundou o Partido Verde, em Cabreúva, partido político de ideais transcendentes e do respeito fundamental silencioso e ativo com as coisas da natureza. Esse partido, então pequenino e praticamente desconhecido aqui, mas importante e bem conhecido internacionalmente, por encarnar em seus objetivos e princípios, ideais humanitários, foi quem motivou e viu consagrada em eleição democrática em Cabreúva, a primeira mulher Prefeita, de sua sigla, em todo o país, D. Lucy Ciola, tendo ela gloriosamente, com a Graça de Deus, realizado gestão proba, exemplar e extraordinariamente profícua. Se agora com isso, com estas gratas recordações, me identifico também com os bons propósitos e ideais tão bem expressos em seu brilhante trabalho e histórico recente, o do jovem, dedicado trabalhador, incansável, expressão legítima, clara, veemente, do Bem Comum, do interesse vital de toda a sociedade cabreuvana ou cabreuvence, o dinâmico vereador candidato a Prefeito de Cabreúva, Henrique Martin, que tem no programa “Cabreúva do Futuro” e na hábil, objetiva e decidida ação como atual presidente da Câmara Municipal, a expressão de aperfeiçoado perfil humano, cabal, honesta e competente desempenho de privilegiada visão e ação construtora, no melhor e genuíno espírito de Bem Servir, tanto melhor !!! . . . Encontram-me decidida e despreendidamente na primeira fila! . . . George Bernard Shaw, grande escritor, jornalista, premio Nobel de literatura, humanista, filósofo e excelente pensador, que começou tarde a tecer suas maravilhosas quanto famosas obras, disse certa vez algo, que talvez explique o que tento definir: o porquê de minha candidatura a Vereador do Município de Cabreúva: “Você vê as coisas como elas são e pergunta, porquê, mas ouso sonhar coisas que nunca foram, ou jamais existiram e pergunto, porque não?” “George Bernard Shaw” Assim, munido da melhor motivação, na sanidade e honestidade dos propósitos, buscando a proteção, aprovação e inspiração de Deus, identifico-me com TODOS os que sana e desprevenidamente, em espírito de boa vontade e inteligência coletiva, se dispõem a trabalhar ativamente pelo bem comum e, se perguntam: PORQUÊ NÃO ? Erasmo Figueira Chaves Nome para a Urna: Erasmo do Caí Candidato nº 43.000 Julho de 2012

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